Olá, Mãezinha. :)
Ontem foste embora para a Madeira. Por isso é que não tenho escrito no blog: quando estás cá, obviamente não sinto saudades e estamos sempre a fazer alguma coisa. Estiveste com a tia Lenita até 4ª feira e depois vieste passar o resto dos dias comigo, por isso, parece que estivemos pouco tempo juntas. Fiquei um pouco triste por não teres passado mais tempo aqui, claro. Por outro lado, eu entendo, claro. Não são muitas as oportunidades que as manas têm para estar juntas. Se tudo correr bem, estaremos todas juntas neste momento (ou melhor, no momento em que te "oferecer" este diário). :)
Infelizmente, o tempo cá em Lisboa não ajudou. Esteve sempre frio e chuva. O que, para meninas caseiras como nós, até não é mau de todo. Mas não deu para passear tanto como planeado. De qualquer forma, é muito bom ficar em casa, no quentinho, a ver tv, enquanto lá fora está a chover a potes, não é? :) Mas, para compensar e para não fartar, tive a ideia de levar-te a Guimarães, apesar de termos apenas um dia para o fazer. É uma cidade lindíssima, eu sabia que irias gostar. Além do mais, é a cidade onde o meu homem nasceu. Queria mesmo que a conhecesses. É claro que, em um dia, não dá para ver tudo mas já foi (mais que) suficiente para passarmos um bom dia. :) Partimos à noite e, depois de uma viagem de 3h de carro, chegámos a Guimarães à 1:30 da manhã. A minha sogra e o irmão do Carlos ainda estavam acordados, à nossa espera. No dia seguinte acordámos cedo e fomos visitar o centro. Depois fomos ao Paço dos Duques e ao Castelo. Ficaste toda contente por teres tocado na pia onde Afonso Henriques foi batizado. :) Finalmente, fomos à Penha, onde comemos um pão típico com sardinhas. :) Daí, fomos para casa descansar um pouco, depois fomos às francesinhas (onde tiveste que dividir a costeleta comigo porque o molho da francesinha tem ovo) e, então, voltámos para Lisboa. Mais 3h de viagem. Como teríamos pouco tempo para dormir, ficaste na nossa cama (uma cama deste tamanhão pode albergar muita gente!) e, às 7 da manhã, fomos para o aeroporto. Desta vez, ao contrário do que tem acontecido ultimamente, fartaste-te de chorar. Sua chorona! :) E, quando te liguei, já tu estavas na Madeira, continuaste a sessão de choro. Depois entendi o porquê deste teu comportamento porque pediste desculpa porque não consegues estar contra o Carlos. Quando achas que ele tem razão, falas porque tens confiança para tal. Quando achas que ele não tem razão, ficas calada. Isto porque eu e ele, infelizmente, temos o problema de estarmos constantemente a picar-nos um ao outro. E reparaste que eu fiquei triste por parecer que nunca estás do meu lado. Eu só te quero dizer que entendo a tua posição, claro. Pensando friamente, eu também sinto maior confiança em estar contra alguém que me é direto. E não é justo para ti estares a ser puxada para as nossas "competições". Eu também faço isso, por exemplo, quando há algo semelhante entre o Carlos e a minha sogra. Não me sinto tão à vontade para dizer "Oh sogrinha, o Carlos tem razão!" como tenho para fazer o oposto. De qualquer forma, chegaste à conclusão que, numa próxima, o melhor é não dizeres nada, nem quando for a meu favor, nem quando for contra mim. Mas não tens por que ficar triste. É normal e eu entendo, sim? :)
Bem... vou voltar à minha vidinha. Agora não tenho a mamã aqui para fazer as coisas por mim. Eheheheheh :)
Um beijinho com muitas saudades!
Ontem foste embora para a Madeira. Por isso é que não tenho escrito no blog: quando estás cá, obviamente não sinto saudades e estamos sempre a fazer alguma coisa. Estiveste com a tia Lenita até 4ª feira e depois vieste passar o resto dos dias comigo, por isso, parece que estivemos pouco tempo juntas. Fiquei um pouco triste por não teres passado mais tempo aqui, claro. Por outro lado, eu entendo, claro. Não são muitas as oportunidades que as manas têm para estar juntas. Se tudo correr bem, estaremos todas juntas neste momento (ou melhor, no momento em que te "oferecer" este diário). :)
Infelizmente, o tempo cá em Lisboa não ajudou. Esteve sempre frio e chuva. O que, para meninas caseiras como nós, até não é mau de todo. Mas não deu para passear tanto como planeado. De qualquer forma, é muito bom ficar em casa, no quentinho, a ver tv, enquanto lá fora está a chover a potes, não é? :) Mas, para compensar e para não fartar, tive a ideia de levar-te a Guimarães, apesar de termos apenas um dia para o fazer. É uma cidade lindíssima, eu sabia que irias gostar. Além do mais, é a cidade onde o meu homem nasceu. Queria mesmo que a conhecesses. É claro que, em um dia, não dá para ver tudo mas já foi (mais que) suficiente para passarmos um bom dia. :) Partimos à noite e, depois de uma viagem de 3h de carro, chegámos a Guimarães à 1:30 da manhã. A minha sogra e o irmão do Carlos ainda estavam acordados, à nossa espera. No dia seguinte acordámos cedo e fomos visitar o centro. Depois fomos ao Paço dos Duques e ao Castelo. Ficaste toda contente por teres tocado na pia onde Afonso Henriques foi batizado. :) Finalmente, fomos à Penha, onde comemos um pão típico com sardinhas. :) Daí, fomos para casa descansar um pouco, depois fomos às francesinhas (onde tiveste que dividir a costeleta comigo porque o molho da francesinha tem ovo) e, então, voltámos para Lisboa. Mais 3h de viagem. Como teríamos pouco tempo para dormir, ficaste na nossa cama (uma cama deste tamanhão pode albergar muita gente!) e, às 7 da manhã, fomos para o aeroporto. Desta vez, ao contrário do que tem acontecido ultimamente, fartaste-te de chorar. Sua chorona! :) E, quando te liguei, já tu estavas na Madeira, continuaste a sessão de choro. Depois entendi o porquê deste teu comportamento porque pediste desculpa porque não consegues estar contra o Carlos. Quando achas que ele tem razão, falas porque tens confiança para tal. Quando achas que ele não tem razão, ficas calada. Isto porque eu e ele, infelizmente, temos o problema de estarmos constantemente a picar-nos um ao outro. E reparaste que eu fiquei triste por parecer que nunca estás do meu lado. Eu só te quero dizer que entendo a tua posição, claro. Pensando friamente, eu também sinto maior confiança em estar contra alguém que me é direto. E não é justo para ti estares a ser puxada para as nossas "competições". Eu também faço isso, por exemplo, quando há algo semelhante entre o Carlos e a minha sogra. Não me sinto tão à vontade para dizer "Oh sogrinha, o Carlos tem razão!" como tenho para fazer o oposto. De qualquer forma, chegaste à conclusão que, numa próxima, o melhor é não dizeres nada, nem quando for a meu favor, nem quando for contra mim. Mas não tens por que ficar triste. É normal e eu entendo, sim? :)
Bem... vou voltar à minha vidinha. Agora não tenho a mamã aqui para fazer as coisas por mim. Eheheheheh :)
Um beijinho com muitas saudades!

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